A Amazônia é Brasileira?
0 comentários Postado por Vinicius Antunes às segunda-feira, outubro 20, 2008Essa pergunta ridícula foi colocada pelo correspondente do influente Jornal “The New York Times” no Brasil, Alexei Barrionuevo. O artigo de título “Whose Rain Florest is This, Anyway?”, cuja tradução é “De quem é esta Floresta Tropical, afinal?”, denuncia que o Brasil estaria criando barreiras para a entrada de ONG’s e cientistas estrangeiros para esconder a incapacidade governamental de tomar conta desse patrimônio da humanidade. A demissão da Ministra Marina Silva agendou a questão dos problemas ambientais, dando um gancho para matéria, principalmente depois das fortes críticas, todas corretas, de Marina à política ambiental do governo. O Brasil, de acordo com o correspondente estrangeiro, estaria se comportando de forma histérica contra estrangeiros que, dentro da visão paranóica, querem usurpar parte considerável do território nacional. É preciso ser contra a xenofobia e o estúpido anti-maericanismo; além do que é verdade que o patriotismo é realmente “o refúgio dos canalhas”, mas vamos com calma.
O repórter estrangeiro argumenta que diante das demandas relativas à biodiversidade e ao aquecimento global, o desmatamento da Amazônia se transformou em uma questão mundial, e não meramente local. Até esse ponto é possível concordar com autor do texto. Mas será que isso seria uma causa justa para o Brasil perder a soberania da Amazônia. A emissão de gases estadunidenses é a maior do mundo. Por que não convocar observadores internacionais, cientistas, ambientalistas, e etc. para diminuir a emissão de gases na terra do Tio Sam? Eles poderiam escolher a política ambiental a ser seguida e tomar uma série de medidas passando por cima do governo norte-americano, por que não?
O jornalista também acusa o Brasil de em nome do desenvolvimento estar desmatando a floresta e colocando em risco a biodiversidade da área. Também concordo. Mas em nome dos empregos do povo americano, George W. Bush se negou peremptoriamente a assinar o protocolo de Kyoto, cujo objetivo era diminuir a emissão de gases nos EUA. Sem falar que os EUA e outros países europeus desenvolveram-se industrialmente sem obedecer à leis ambientais rígidas. Exemplo que o Brasil não deve seguir, mas nem por isso acredito que outras nações possam ser mais competentes que nós mesmos para gerir parte do nosso território. A experiência recente, exemplificada no protocolo de Kyoto, mostra que não.
Saindo da pena de um jornalista que trabalha para um dos jornais mais prestigiados do mundo, a pergunta parece desprovida de qualquer interesse. Mas, é um olhar americano sobre uma questão brasileira, mesmo sabendo que ela repercute no mundo inteiro. E objetividade não existe. O que há, na verdade, é rigor jornalístico que o correspondente mostrou não possuir. No final do texto, o jornalista Alexei Barrionuevo recorre a uma metáfora tipicamente americana usada nos tempos do auge da Guerra Fria e da paranóia comandada pelo senador MacCarthy: comparando o tipo de controle da Amazônia que os brasileiros querem exercer à tirania exercida pelo estado soviético dentro de seu território. “Todos que discordam de nossas idéias são comunistas”. O Brasil tem, sim, que ouvir parceiros na proteção da Floresta Amazônica, mas não de forma subserviente. Pois, a Amazônia é, sim, brasileira.
http://jornalpolitico.blogspot.com
O repórter estrangeiro argumenta que diante das demandas relativas à biodiversidade e ao aquecimento global, o desmatamento da Amazônia se transformou em uma questão mundial, e não meramente local. Até esse ponto é possível concordar com autor do texto. Mas será que isso seria uma causa justa para o Brasil perder a soberania da Amazônia. A emissão de gases estadunidenses é a maior do mundo. Por que não convocar observadores internacionais, cientistas, ambientalistas, e etc. para diminuir a emissão de gases na terra do Tio Sam? Eles poderiam escolher a política ambiental a ser seguida e tomar uma série de medidas passando por cima do governo norte-americano, por que não?
O jornalista também acusa o Brasil de em nome do desenvolvimento estar desmatando a floresta e colocando em risco a biodiversidade da área. Também concordo. Mas em nome dos empregos do povo americano, George W. Bush se negou peremptoriamente a assinar o protocolo de Kyoto, cujo objetivo era diminuir a emissão de gases nos EUA. Sem falar que os EUA e outros países europeus desenvolveram-se industrialmente sem obedecer à leis ambientais rígidas. Exemplo que o Brasil não deve seguir, mas nem por isso acredito que outras nações possam ser mais competentes que nós mesmos para gerir parte do nosso território. A experiência recente, exemplificada no protocolo de Kyoto, mostra que não.
Saindo da pena de um jornalista que trabalha para um dos jornais mais prestigiados do mundo, a pergunta parece desprovida de qualquer interesse. Mas, é um olhar americano sobre uma questão brasileira, mesmo sabendo que ela repercute no mundo inteiro. E objetividade não existe. O que há, na verdade, é rigor jornalístico que o correspondente mostrou não possuir. No final do texto, o jornalista Alexei Barrionuevo recorre a uma metáfora tipicamente americana usada nos tempos do auge da Guerra Fria e da paranóia comandada pelo senador MacCarthy: comparando o tipo de controle da Amazônia que os brasileiros querem exercer à tirania exercida pelo estado soviético dentro de seu território. “Todos que discordam de nossas idéias são comunistas”. O Brasil tem, sim, que ouvir parceiros na proteção da Floresta Amazônica, mas não de forma subserviente. Pois, a Amazônia é, sim, brasileira.
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2º Turno... o pepino é grande!
0 comentários Postado por Vinicius Antunes às sábado, outubro 18, 2008Olá caro leitor, como podemos ver, haverá tegundo turno em algumas cidades, e com isso, os candidatos tentaram convencer aqueles que votaram ou não à depositar seu segundo voto com o intuito de ganhar essa eleição. Creio que agora conhecemos melhor nossos candidatos, mas será que realmente alguns estão preparados para administrar cidades como por exemplo, Rio de Janeiro e São Paulo? é sem duvida uma tarefa dificil, sobretudo precisamos mais do que nunca, pensarmos com extremo cuidado na escolha dos candidatos, analisar proposta por proposta, fazer algumas comparações.
Pelo o que eu vejo, alguns candidatos se dizem amigos do presidente, alegando ter um melhor apoio, mas isso não seria uma tatica no minimo baixa para tentar ganhar votos? todos tem direitos de receber apoio nas suas gestões administrativas, seja um prefeito ou um governador, o dialogo entre as partes governistas é sempre valido para buscar melhorias.
Mas isso tudo é o que menos me preocupa, o que realmente me faz pensar são as propostas para a Educação, muitos municipios não tem uma educação digna, alguns faltam professores e em outros a qualidade dos professores é duvidosa. A qualidade da educação de base no brasil é tão ruim que a solução criada pelo governo federal é o ' Sistema de Cotas', é querer tapar o sol com peneira, francamente, não seria melhor direcionar os esforços para melhorar o ensino nas escolas publicas? os resultados certamente seriam bem mais satisfatorios para a população. Com uma educação de qualidade, o Brasil terá um futuro brilhante, basta acreditarmos que é possivel reinvidicar melhorias, e isso, com certeza parte de uma escolha sensata dos candidatos.
Pelo o que eu vejo, alguns candidatos se dizem amigos do presidente, alegando ter um melhor apoio, mas isso não seria uma tatica no minimo baixa para tentar ganhar votos? todos tem direitos de receber apoio nas suas gestões administrativas, seja um prefeito ou um governador, o dialogo entre as partes governistas é sempre valido para buscar melhorias.
Mas isso tudo é o que menos me preocupa, o que realmente me faz pensar são as propostas para a Educação, muitos municipios não tem uma educação digna, alguns faltam professores e em outros a qualidade dos professores é duvidosa. A qualidade da educação de base no brasil é tão ruim que a solução criada pelo governo federal é o ' Sistema de Cotas', é querer tapar o sol com peneira, francamente, não seria melhor direcionar os esforços para melhorar o ensino nas escolas publicas? os resultados certamente seriam bem mais satisfatorios para a população. Com uma educação de qualidade, o Brasil terá um futuro brilhante, basta acreditarmos que é possivel reinvidicar melhorias, e isso, com certeza parte de uma escolha sensata dos candidatos.
Tudo isso depende apenas tenhamos a crença de que tudo pode melhorar, até por quê a esperança é unica coisa que mantém o povo brasileiro na luta diaria na sobrevivência e, apenas um voto pode mudar os rumos dessa triste historia que vivemos. Pense e reflita, porque o pepino é grande!
um forte abraço para todos!
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